“Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10” , lançado em 1971, vira espetáculo em Vitória
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Com o show “O Maluco Sou Eu”, o público é levadoa uma verdadeira viagem no tempo. A apresentação acontece no dia 30 de outubro, sexta, às 20h. A entrada é gratuita
O SESI Araraquara recebe no dia 30 de outubro, sexta, às 20h, o show O Maluco Sou Eu,com Karika Rocha. O evento tem entrada gratuita.Acompanhado de uma banda com experiência no rock-and-roll, Karika Rocha faz o público viajar pelas historias incríveis, malucas e quase irreais da vida de Raul Seixas (1945-1989), criando uma atmosfera única, cantada e contada desde o início da carreira desse artista eclético e bem-humorado. Karika conta como foi a inspiração de cada música, lembrando a temática filosófica que Raul seguiu em grande parte de sua vida. São canções inesquecíveis como Ouro de Tolo, Metamorfose Ambulante e Gita, servindo para performances teatrais que resgatam o ambiente frenético em que elas foram elaboradas – com trejeitos, roupas e tendências musicais dos anos de 1960, 1970 e 1980 –, sem se esquecer do contexto político da época. Karika RochaO artista Karika Rocha conheceu Raul Seixas em Cuiabá (MT) em 1989, se identificou demais com o repertório de Raul, admirando a sensibilidade desse grande criador. Desde então iniciou seu show como cover, sendo conhecido pelos vários cantos do Brasil como a voz que mais se parece com a do mito. Já passou pelos mais diversos palcos do país e foi alvo de diversas reportagens de jornal rádios e TVs em quase todos os estados brasileiros. fonte: http://portalmorada.com.br/noticias/geral/54464/karika-rocha-canta-tributo-a-raul-seixas
Toca Raul, toca Vanguart, toca Orquestra do Estado de Mato Grosso… Toca maestro Leandro Carvalho? Sim! O último concerto da Temporada 2015 promete deixar o público do Vem pra Arena “Maluco Beleza”. O encontro entre a Orquestra do Estado de Mato Grosso e a banda Vanguart celebra os 70 anos de nascimento do pai do rock brasileiro, neste sábado (28.11), na Arena Pantanal a partir das 20h, com entrada franca.
E sim, o maestro Leandro Carvalho vai tocar junto, além de reger, claro. Em algumas canções, Leandro, que começou a carreira como violonista e gravou nove discos dedicados ao violão, digamos, mais erudito, troca a batuta por uma guitarra elétrica. Mas não se trata de uma guitarra qualquer e sim de um instrumento que foi de Raul um dia, e que o acompanhou em vários shows memoráveis na década de 1980.
“Essa guitarra é uma espécie de convidada especial, um amuleto precioso que vai trazer um brilho a mais para o concerto deste fim de semana, afinal de contas, não é todo dia que se tem a oportunidade de ouvir um instrumento de Raul Seixas ao vivo. É como se o próprio Maluco Beleza estivesse presente”, comenta Leandro Carvalho.
A eletrizante combinação entre Raul Seixas, Vanguart e Orquestra de Mato Grosso exibe um repertório especial, cuidadosamente arranjado para o concerto de encerramento da temporada. Canções muito conhecidas como “Ouro de tolo”, “Gita”, “Mosca na sopa”, “Metro Linha 743”, “Trem das sete”, “Medo da Chuva” e “Como vovó já dizia” ganham roupagem totalmente nova e estão garantidas no set list (dá para imaginar “Metro Linha 743” tocada por uma orquestra?). O repertório traz ainda obras nem tão conhecidas, entre elas “A beira do Pantanal” (sugestivo, não?), “Mata virgem” e “Cachorro-urubu”.
“Desde 2005, Quando a Vanguart começou a viajar pelo Brasil – mesmo ano de criação da OEMT – acompanhávamos a Orquestra do Estado de Mato Grosso de longe, intrigados e surpresos com a qualidade e personalidade do trabalho. Em 2014, quase dez anos depois, estávamos juntos no mesmo palco, de frente para a imensidão do Parque Ibirapuera em São Paulo. Estávamos lá tocando com essa mesma Orquestra que tanto nos fez suspirar”, comemora Helio Flanders, líder da Vanguart.
O criador de uma das bandas mais badaladas dos últimos tempos recorda ainda como surgiu o convite para o concerto que homenageia Raul Seixas. “Após aquele concerto em São Paulo, veio a surpresa: o maestro Leandro Carvalho nos convida para um projeto em 2015, inédito e revelador, reinventar a obra de Raul Seixas. Confesso que recebi o convite com estranhamento, afinal de contas não é muito fácil imaginar as canções de Raul, aquele cabeludo, hippie que tocava uma guitarra suja, interpretadas por uma orquestra. Novamente, o maestro olhava mais a frente, conseguia redesenhar um novo conceito sobra a obra do Raul, da Vanguart e de sua própria orquestra”, revela Flanders.
Após o concerto, Orquestra e Vanguart entram em estúdio para gravar o repertório dedicado aos 70 anos de Raul Seixas. O álbum será lançado em 2016 e integra a crescente discografia da Orquestra de Mato Grosso que em 10 anos já gravou quase duas dezenas de discos com importantes personalidades da música nacional e internacional. fonte: http://www.mt.gov.br/-/orquestra-do-estado-e-vanguart-homenageiam-raul-seixas?inheritRedirect=true
Foi nesse contexto que Raul foi se apresentar na Expogrande, a maior feira agropecuária de Mato Grosso do Sul, em 17 de julho de 1974. O sucesso conquistado com Gita foi tamanho que superava fronteiras e limites de estilo, e entre diversos artistas ligados ao universo sertanejo, Raul Seixas realizou uma grande apresentação na feira. Tal apresentação seria simplesmente mais uma em meio a tantas de tal carreira, não fosse o fato de, cinco dias atrás, um áudio de boa qualidade revelando a apresentação na íntegra ter sido postado na internet. Quem captou o áudio na época e postou agora foi o produtor musical Cláudio Roque. Sua banda na época realizou a abertura do show, e Cláudio carregava sempre um gravador estéreo de fita cassete para registrar os próprios shows. Aproveitando que estaria tão próximo em um show de Raul, o produtor colocou um microfone de cada lado do palco e gravou.
Conhecido como ‘Big Ben’, Serrão foi o compositor de músicas como ‘Ainda gosto dela’ e era parceiro de Raul Seixas. Enterro do músico será neste sábado (28).
Criador da primeira banda de rock na Bahia, o músico Waldir Serrão morreu em decorrência de um infarto fulminante na sexta-feira (27), aos 76 anos. O corpo dele será enterrado às 16h deste sábado (28), no Cemitério da Ordem Terceira, na Baixa de Quintas. Conhecido como Big Ben, Serrão foi parceiro de Raul Seixas e, entre os anos 1970 e 1980, apresentou programas de rádio e televisão. Com a ‘Waldir Serrão e seus Cometas’, ele trouxe o rock para a cena cultural da Bahia. Entre suas composições estão ‘Ainda gosto dela’, ‘Bonequinha’ e ‘Pare e pense’. Big Ben morava em um abrigo no bairro de Itapuã, onde sofreu o infarto. fonte: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2018/07/28/criador-da-1a-banda-de-rock-na-bahia-waldir-serrao-morre-aos-76-anos-em-salvador.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1&utm_content=post
Cantor ficou na 9ª posição na eleição do artista mais completo do Brasil
Para entender a importância da obra de Raul Seixas, basta conhecer a sua origem: baiano do bairro da Graça, ficou amigo de filhos de norte-americanos que trabalhavam no consulado dos Estados Unidos e, por intermédio deles, teve contato com o rock de Elvis, Little Richard e Fats Domino.VEJA O PERFIL DE MARIA BETHÂNIA, 10ª COLOCADA NA ELEIÇÃO DE ARTISTA MAIS COMPLETO DO BRASIL Seu pai trabalhava na manutenção da rede ferroviária e viajava por todo o interior do estado. Raul ia junto e conheceu sons regionais, especialmente o baião de Luiz Gonzaga.Agora some esses dados e você tem Raul Seixas, que misturou essas informações e se tornou o patrono do rock nacional (e a faixa “Blue Moon Of Kentucky”, presente na playlist abaixo, representa essa mistura perfeitamente). Antes de se formar como artista solo, trabalhou como produtor da gravadora CBS e foi responsável pela sonoridade de artistas como Jerry Adriani e Sergio Sampaio – e isso só levou mais bagagem para seu trabalho.A parceria com Paulo Coelho, claro, é determinante para o tamanho da imagem de Raul Seixas. As letras criadas pelos dois ficaram no imaginário de qualquer roqueiro do Brasil. Sobre a eleição: 12 críticos e profissionais da música deram notas de zero a 10 para sete quesitos de cada artista, como voz, presença de palco, capacidade de reinvenção na carreira, carisma, quantidade de hits, versatilidade e relevância da obra. O resultado, com os 50 artistas mais bem votados, será divulgado no próximo dia 21 de setembro.VOTARAM: Bruna Serur, Lucas Borges Teixeira, Marcos Lauro, Marcos Sergio Silva, Marcos Xi, Mauricio Amendola, Monica Herculano, Patrícia Palumbo, Roberto Maia, Rodrigo Amaral, Wagner Gueller e Yasmin Muller. fonte: https://billboard.uol.com.br/noticias/raul-seixas-o-baiano-que-misturou-elvis-com-luiz-gonzaga/
O LP será o primeiro lançamento em vinil do músico em 20 anos
O 180 Selo Fonográfico irá lançar a apresentação do cantor Raul Seixas no II Festival de Águas Claras, de 1981, em uma edição limitada de vinil.Batizado de Isso aqui não é Woodstock, mas um dia pode ser, o LP será o primeiro lançamento em vinil do músico em 20 anos.O disco terá com duas edições diferentes: uma será em vinil transparente e terá uma prensagem de 300 cópias, enquanto a outra será em vinil preto, com 700 cópias.Todas as faixas do show foram remasterizadas para o lançamento e a embalagem conta com capa dupla (gatefold) com reportagem, entrevistas e fotos raras.A pré-venda do lançamento pode ser feita através desse link. Os pedidos serão enviados até o dia 21 de Novembro. fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2016/11/01/raul-seixas-vinil-show/
Projeto homenageia a obra de Raul Seixas e traz o Camisa de Vênus tocando diversos clássicos do eterno Maluco Beleza
No sábado que vem (18), a música de Raul Seixas vai ecoar pelo Circo Voador. Isso porque a série de shows que homenageia o saudoso cantor falecido em agosto de 1989 chegará ao Rio de Janeiro nesta data, trazendo Marcelo Nova e seu Camisa de Vênus apresentando sucessos da carreira do Maluco Beleza.A banda apresentará hits como “Al Capone”, “Rock das Aranhas”, “Metamorfose Ambulante” e “Sociedade Alternativa”, que estão na ponta da língua de qualquer fã de Raulzito. Também estarão presentes no setlist parcerias entre Marcelo e Raul, como “Pastor João e a Igreja Invisível”, e hits do Camisa, como “Hoje” e “Eu Não Matei Joana D’arc”.Para abrir a noite, foi convidado o duo sergipano The Baggios, formado em 2004 por Julio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (Bateria), e que prova que o blues rock pode ser também brasileiro. O repertório do show terá canções de seu último álbum, “Brutown”, fora outras composições do disco de estreia, “Sina” (2013), e de três EPs anteriores.Os ingressos para o evento custam R$ 50 (meia-entrada) e R$ 100 (inteira). A venda online é realizada através do Ingresso Rápido e os portões do Circo Voador, localizado na Rua dos Arcos s/n, abrirão às 22h para a celebração a Raul Seixas. fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2017/03/15/camisa-toca-raul-se-apresenta-no-circo-voador-em-183/
Quando as várias caixas fechadas chegaram ao apartamento na região do aeroporto de Congonhas no último fim de semana, Leonardo Mirio estava que não se aguentava de ansiedade. Após rasgar as fitas adesivas e abrir as embalagens de papelão, materializava-se ali em sua sala, na forma de livros impressos, o resultado de cinco anos de trabalho. A emoção não era apenas porque as dezenas de exemplares encomendados a uma gráfica traziam o seu nome como autor na capa, motivo de orgulho e expectativa a qualquer um que se disponha a publicar algo. Dividida em três volumes, a obra que o segurança patrimonial acabava de pegar nas mãos cumpria um objetivo proposto por ele em 2013, trazendo em mais de 600 páginas histórias nunca publicadas de um dois maiores ídolos da música brasileira. E não é pouca coisa em se tratando de Raul Seixas. Tema de mais de quarenta livros, grande parte deles ilegíveis, a trajetória do roqueiro barbudo em seus 44 anos de vida (1945-1989) desta vez é mostrada numa vigorosa trilogia através de 120 entrevistas com pessoas que conviveram com Raul Seixas, num trabalho de fôlego sem igual. As 53 últimas sessões de perguntas e respostas, feitas ainda em 2018, estão no volume que acaba de sair do prelo, ‘Jamais me Revelarei’. Apesar do título extraído do verso de uma das últimas músicas de um combalido Raul, o livro revela, sim, muito do baiano que chacoalhou e deixou seu toque na música nacional.Empreendedor – para usar um termo da moda – ligeiro, prático e atirado, Leonardo Mírio aproveitou o lançamento do seu terceiro livro para relançar os dois primeiros, ‘Raul Nosso de Cada Um’ (2015) e ‘O Eco de Suas Palavras’ (2016), montando um incrível conjunto de história oral bruta que talvez pouquíssimos brasileiros ilustres tenham igual. Os entrevistados vão desde parceiros como Claudio Roberto, autor de ‘Maluco Beleza’, músicos do naipe de Tony Osanah, mulheres, amigos, parentes, produtores, empresários, médicos e fãs que em algum momento cruzaram a vida de Raul nos diferentes períodos da sua curta e atribulada vida.Fã de Raul desde moleque, quando viu o artista pela primeira vez no especial infantil Plunct Plact Zum da TV Globo em 1983, Leonardo, atualmente com 41 anos, botou na cabeça após concluir a segunda graduação que precisava ir atrás das pessoas que conviveram com Raul e deixar suas lembranças perpetuadas.“Eu preciso fazer alguma coisa. Como fã, eu preciso fazer algo por ele. Eu queria mesmo me ligar à obra do Raul. Eu pensei, tem tantas coisas que as pessoas fazem. Eu falei: vou fazer um livro. Só que eu vou fazer um livro diferente. Quero fazer um livro de entrevistas onde vão surgir histórias novas do Raul. Porque tem muita gente que já tá morrendo. O que vai acontecer com essas histórias? Histórias do nosso maior ídolo do rock nacional vão estar perdidas. Então eu tenho que resgatar. Então eu gostei do resgate da história oral. De ouvir a pessoa. Querer saber qual é a percepção dela, mesmo que ela falasse mal do Raul. Eu ia assim totalmente imparcial”, explica Leonardo sobre as suas motivações.Ex-estudante de Teologia, formado em História e Filosofia, e trabalhando diariamente em tempo integral numa calçada de uma rua da zorte de São Paulo como segurança de uma empresa de extintores, Leonardo foi a campo nas horas e dias de folga, e até mesmo durante o trabalho, por telefone, e cumpriu a missão. Inicialmente, achou que 12 entrevistas dariam conta do recado. “Comecei todo organizadinho, pensando em começar com o pessoal da Bahia. Idealizei um boneco do livro. Mas aí um entrevistado indica outro. ‘Tem aquele cara…’ Aí pensei: vai ter que ser no caos. E comecei a estender.” fonte: https://brasil.estadao.com.br/blogs/edmundo-leite/raul-seixas-sem-filtros-em-tres-livros-de-um-seguranca-filosofo/